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Brasil enfrenta Equador na Copa Davis e quer voltar ao grupo Mundial

A equipe brasileira de tênis começa a disputar hoje, às 16 horas, na quadra do Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, pelo Zonal das Américas da Copa Davis. O encontro vale uma vaga para o Playoff do Grupo Mundial da Copa Davis, disputado em setembro. A seleção enfrenta o Equador.

A primeira partida de hoje será entre o número 2 do Brasil, Rogerinho (90° do ranking mundial) contra Emilio Gomez (317°). Logo depois, será a vez de Thomaz Bellucci (49°) encarar Roberto Quiroz (434°). O terceiro encontra entre os países é no sábado, às 14 horas, válido pelas duplas, Marcelo Melo e Bruno Soares enfrentam Emilio Gomez e Roberto Quiroz, estes que vão jogar as duas partidas de simples no dia anterior. Todas essas partidas serão disputas em melhor de 5 sets.

Os jogos quatro e cinco são Thomaz Bellucci x Emilio Gomez e Rogério Dutra Silva x Roberto Quiroz, domingo, a partir de meio dia. Mas, caso alguma equipe tenha vencido os três jogos anteriores, a programação de domingo pode mudar, ou até mesmo os jogos serem disputados em melhor de 3 sets.

O Brasil geralmente quando joga em casa na Copa Davis opta por jogar no saibro, mas dessa vez foi diferente. Já pensando na Olimpíada optou por um piso semelhante ao das quadras da Arena do Tênis, no Rio.

Melhores resultados na Davis

O Brasil já alcançou a semifinal do grupo mundial da Copa Davis por quatro oportunidades. Até 1981, o sistema de acesso para a grupo mundial não existia, e a seleção chegou por duas vezes até a fase semifinal, que permitia o vencedor deste confronto enfrentar o campeão do ano anterior na grande final – o campeão não disputava as eliminatórias, fazia apenas a final.

Em 1966, a seleção brasileira formada por Thomaz Koch, Édson Mandarino e Luís Felipe Tavares fez grande campanha e derrotou a Dinamarca por 5 a 0, Espanha por 3 a 2. Fez 4 a 1 na Polônia e França e venceu os Estados Unidos por 3 a 2. Até perder apertado para a Índia por 3 a 2.

A mesma equipe de 66 ganhou o apoio de Carlos Kirmayr, e em 1971 repetiu a boa campanha de cinco anos antes e só parou na semifinal contra a Romênia por 3 a 2. Antes disso, a seleção brasileira derrotou Equador, Chile, México e Tchecoslováquia.

Já com as divisões de acesso criadas, o Brasil só voltou a aparecer entre os grandes do tênis em 1992, quando Luiz Mattar, Jaime Oncins, Cássio Motta e Fernando Roese só param na semifinal, fora de casa, contra a Suíça. Derrota por 5 partidas a zero. Antes disso, o país venceu, em casa, Alemanha e Itália, ambas por 3 a 1.

Em 2000, com Gustavo Kuerten no auge e liderando a seleção brasileira, outra vez a semifinal foi o maior posto alcançado. O país enfrentou na primeira fase, a França e venceu por 4 a 1. Nas quartas de final, foi a vez de derrotar por 3 a 2 a Eslováquia. Na semifinal, contra a Austrália derrota por 5 a 0 e a tão esperada final ficou para uma próxima oportunidade. Essa foi a última vez que o Brasil disputou a Copa Davis com protagonismo, em 2001 chegou nas quartas de final.

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